Contratar uma administradora sem CRA é um risco?

Contratar uma administradora sem CRA é um risco?

Confira abaixo algumas dicas importantes para que o condomínio tenha garantia em caso de problema.

Alguns tentam, mas é cada vez mais difícil um síndico tomar conta sozinho de todas as atribuições de um condomínio. Por isso, as administradoras se tornaram parceiras e ganharam mercado, atuando seja no recebimento de pagamentos ou na operação do dia a dia. No entanto, especialistas recomendam empresas que possuem registro no Conselho Regional de Administração (CRA) para ter algum tipo de proteção.

Os condomínios possuem garantias ao contratar empresas de administração que possuem registro junto ao órgão competente.

 

A empresa para estar habilitada ela precisa ter esse registro. Ela tem a responsabilidade de cumprir com o código de ética diante da sociedade, diferente de uma empresa sem registro, existem muitas administradoras que não entregam o trabalho que deve ser feito, deixando a desejar inclusive na parte tributária e trabalhista, causando um passivo aos condomínios.

 

Por outro lado, os condomínios podem contratar empresas sem registro de CRA. No entanto, a partir do momento em que a empresa tiver um administrador responsável, por exemplo, ela terá de ter o registro, é importante contar com uma empresa credenciada.

 

Os conselhos de categoria, como CRA, CRC e OAB, regulamentam o exercício da profissão. Não há lei que obrigue o condomínio a contratar administradoras junto ao CRA, mas para que a empresa se coloque como administradora ela precisa ter registro no Conselho, isso porque há um técnico responsável. Riscos eminentes? Nenhum, mas a segurança diante do registro é total.

Entre a segurança de contratar uma empresa registrada junto ao CRA, algumas vantagens que devem ser levadas em conta ao pesquisar ou fazer acerto com uma empresa da área.

Há um técnico responsável respondendo pelo vínculo contratual entre condomínio e prestadora de serviço. O próprio cliente pode solicitar uma fiscalização junto ao Conselho, pode representar junto com o órgão o profissional diante de uma má conduta, falta de ética, por exemplo.

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